Zilu diz que está inconformada por filhos apoiaram Zezé Di Camargo em briga judicial

Zilu afirma também que está convencida de que foi muito prejudicada na divisão dos bens comuns.


Por Folhapress Publicado 24/09/2019
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Reprodução (Divulgação)

Zilu Godoi, 61, se pronunciou nesta segunda-feira (23) sobre a nova ação judicial que move contra o ex-marido, o cantor Zezé Di Camargo, 57. Em nota publicada no seu Instagram, Zilu também disse que está muito triste e inconformada pelos filhos, Wanessa, Camilla e Igor, apoiarem o pai na disputa.

“Não posso deixar de expor minha profunda tristeza e inconformismo, de saber que meus filhos tomaram o partido do pai sobre uma discussão puramente patrimonial, que eles não têm domínio, na verdade nenhuma noção do que eu e Zezé tínhamos de patrimônio quando nos divorciamos, só sabem o que ouviram o pai dizer”, afirmou ela.

“Jamais eles poderiam ter feito isso comigo. Felizmente o amor que tenho pelos meus filhos é incondicional. Eu só quero justiça, nada mais”, complementou.
Zilu cobra na Justiça uma revisão do acordo do divórcio. Em comunicado, divulgado na semana passada pelo colunista Leo Dias, do UOL, os filhos do ex-casal dizem que Zilu nunca sofreu qualquer tipo de “pressão, ameaça, coação” para assinar o documento de partilha de bens e da pensão alimentícia. 

Também afirmam que Zezé “não inventou nada sobre estar endividado”. “Tudo foi apresentado e assinado com o devido consentimento de ambos. Por fim, cabe esclarecer que nos colocamos à disposição para dar essa declaração em juízo.”

Na nota divulgada nesta segunda (23), Zilu afirma que busca a “verdade real” sobre o patrimônio que construiu durante os 32 anos de casamento, “trabalhando duramente ao lado do meu ex-marido e, muitas vezes, bancando, com minhas poucas economias, as despesas da nossa casa”. 

“Confesso que me sinto muito mal de não ter tido a consciência necessária na época do meu divórcio para exigir o que é meu de direito, pois se eu tivesse condições de entender o que estavam fazendo comigo, nada disso teria acontecido”, diz ela, em um dos trechos. 

Zilu afirma também que está convencida de que foi muito prejudicada na divisão dos bens comuns. 

“De uns tempos pra cá, [Zezé] ostenta publicamente e sem limites, uma condição financeira totalmente desconexa daquela que me convenceu a assinar documentos, que certamente serão anulados na justiça. Enquanto o Zezé não prestar as devidas contas, eu continuarei exercendo o meu direito de buscar a verdade real, mesmo que tenha que chegar às últimas instâncias judiciais, porque eu estou convencida de que fui muito, mas muito prejudicada na divisão desproporcional dos bens comuns.”

Leia a íntegra da nota de Zilu Estou extremamente constrangida de vir a público expor meus sentimentos de revolta e indignação, agravados pelos últimos acontecimentos.

Parto do princípio que estou no meu direito de buscar a verdade real a respeito do patrimônio que construí durante os 32 anos de casamento, trabalhando duramente ao lado do meu ex-marido e, muitas vezes, bancando, com minhas poucas economias, as despesas da nossa casa. Confesso que me sinto muito mal de não ter tido a consciência necessária na época do meu divórcio para exigir o que é meu de direito, pois se eu tivesse condições de entender o que estavam fazendo comigo, nada disso teria acontecido.

Essa discussão só se tornou judicial porque o Zezé se recusa a prestar contas de forma transparente, somente dissimulada como fez no passado.

De uns tempos pra cá, ostenta publicamente e sem limites, uma condição financeira totalmente desconexa daquela que me convenceu a assinar documentos, que certamente serão anulados na justiça.

Enquanto o Zezé não prestar as devidas contas, eu continuarei exercendo o meu direito de buscar a verdade real, mesmo que tenha que chegar às últimas instâncias judiciais, porque eu estou convencida de que fui muito, mas muito prejudicada na divisão desproporcional dos bens comuns.

Mesmo assim, entendo que a solução do problema é muito simples, por que é matemática, todavia, requer informações corretas e precisas.

Por outro lado, jamais imaginei que o Zezé tivesse coragem de transferir para o meu patrimônio, na partilha dos bens, uma empresa que sabia que estava falida e que resultaria em processos administrativos que hoje me perseguem, se isentando de qualquer responsabilidade. Isso foi desumano e precisa ser reparado imediatamente.

E mais, foi no mínimo covarde a atitude do Zezé de trazer a público mentiras sobre um relacionamento que tive pouco depois do divórcio em situação de extrema fragilidade emocional, onde fui prejudicada financeiramente e que venho tentando na justiça uma reparação.

Por fim, não posso deixar de expor minha profunda tristeza e inconformismo, de saber que meus filhos tomaram o partido do pai sobre uma discussão puramente patrimonial, que eles não têm domínio, na verdade nenhuma noção do que eu e Zezé tínhamos de patrimônio quando nos divorciamos, só sabem o que ouviram o pai dizer”, declarou.

“Jamais eles poderiam ter feito isso comigo. Felizmente o amor que tenho pelos meus filhos é incondicional. Eu só quero justiça, nada mais.